Há momentos em que precisamos parar de falar apenas sobre números, reajustes e cláusulas e lembrar que, por trás de cada trabalhador, existe uma pessoa, uma família, uma história e uma vida. É esse olhar mais humano que o Setembro Amarelo nos propõe.
A saúde mental precisa ser tratada como uma questão de trabalho. Um ambiente marcado por pressão excessiva, sobrecarga, desrespeito ou insegurança pode comprometer não apenas o desempenho profissional, mas a saúde e a vida do trabalhador.
Por isso, considero fundamental que as empresas assumam sua responsabilidade. Não basta falar em qualidade de vida enquanto o trabalhador enfrenta jornadas desgastantes, cobrança exagerada ou falta de reconhecimento. Cuidar das pessoas também significa proporcionar condições adequadas para que elas possam trabalhar com segurança e dignidade.
Neste momento, também estamos concentrados na negociação da data-base de refeições escolares. Sabemos que esse é um período aguardado com expectativa pela categoria, mas a negociação ainda não foi encerrada porque não concordamos com a proposta apresentada pelas empresas.
Estamos trabalhando para alcançar um resultado positivo para os trabalhadores. Queremos um acordo que reconheça o esforço da categoria e que represente uma evolução nas condições de trabalho.
Nosso compromisso é continuar defendendo os trabalhadores em todas as frentes.